A discussão sobre o fim da escala 6×1 segue crescendo no Brasil, principalmente após a aprovação de propostas relacionadas à jornada de trabalho. Enquanto o tema ainda divide opiniões no país, algumas das maiores economias do mundo já começaram a reduzir oficialmente o tempo médio de trabalho semanal. Na Europa, por exemplo, testes envolvendo semanas mais curtas vêm mostrando resultados positivos tanto para trabalhadores quanto para empresas.
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Os testes em diferentes países da Europa têm mostrado que a produtividade não caiu com a redução da jornada de trabalho, mas sim houve melhora nos índices de desempenho e bem-estar. Isso ficou claro em um projeto experimental realizado na Alemanha, onde empresas participaram de um teste envolvendo a semana de quatro dias de trabalho. Ao longo de 2024, as empresas participantes puderam manter o novo formato após o período de testes, o que mostra que a redução da jornada pode ser uma opção viável para equilibrar produtividade e qualidade de vida.
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Além disso, as empresas que participaram do projeto na Alemanha conseguiram preservar receitas mesmo com menos tempo de expediente semanal, o que é um ponto importante para a discussão sobre o fim da escala 6×1 no Brasil. Ferramentas ligadas à automação, inteligência artificial e análise de dados também passaram a aumentar a eficiência operacional das empresas, o que permite que elas reduzam a jornada de trabalho sem comprometer a produtividade.
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A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) também monitora a relação entre jornadas mais curtas e a qualidade de vida dos trabalhadores. De acordo com os dados da OCDE, países com menos horas trabalhadas semanalmente também aparecem entre os líderes globais em equilíbrio profissional e qualidade de vida. Isso mostra que a discussão sobre o fim da escala 6×1 não é apenas uma questão de produtividade, mas também de qualidade de vida e bem-estar dos trabalhadores.